The Beatles, o viciante veneno

COLUNISTA: Claudio Furtado
No início eu iniciei de forma despretensiosa, achando que eu iria fazer o estudo de mais uma discografia qualquer. Mas à medida que fui avançando a coisa foi ficando cada vez mais séria. No início pretendia ouvir somente os álbuns de estúdio. Ledo engano, já era tarde demais. O veneno sonoro desta banda é altamente viciante. Acabou que ouvi toda a discografia que estava disponível no meu streaming de música. Estúdio, ao vivo, antologias, Delux Edition, Super Delux Edition, ou seja, ouvi a porra toda e ainda quero mais. Já estou de olho quando vai sair a próxima antologia. Sim, estou falando deles:

The Beatles
Impressiona como eles fizeram tanto em um espaço tão curto de tempo. Dez anos foram suficientes para os imortalizar. A variedade de estilos musicais que encontrei em seus álbuns me impressionou imensamente. Vários estilos de Blues, Country, Rock dos anos 50, 60, 70, músicas reflexivas, música incidental indiana, críticas sociais, espiritualidade, e por incrível que pareça, achei até uma música ideal para prática de Magia do Caos, músicas para dançar, para namorar, para bater cabeça e ainda as fantásticas músicas instrumentais do Quinto Beatle (George Martin). Ou seja, se você conhece os Beatles somente das rádios e das músicas tocadas nas festas, então você não tem nem ideia do que John, Paul, George e Ringo foram capazes de fazer.
Sugestão:
Entra no seu streaming de música e ouve toda a discografia dos Beatles! E não ouça com moderação. Até porque você não vai conseguir. O veneno musical dos Beatles vicia na primeira audição!
Alerta:
O difícil vai ser parar de ouvir. Antes que você comece este caminho sem volta, lhe dou um pequeno Spoiler:
The Beatles é Phoda D+!!!